Life is a bitch. Karma is a bitch. Therefore, life is karma. But do you know who is a real fucker? Assumption. How many times shit went really down just because, instead of talking it out, we just thought of something and allowed that to rule our emotions and actions? At the end of the day, there are seven billion parallel worlds in this planet.
I've only encountered one piece of true wisdom in my life so far, when people say they're older but none the wiser.
I'm a thirty-year-old out-and-proud grown-ass man whose image would make my six-year-old self so damn proud. Yet I still see the world through my fifteen-year-old scared-yet-hopeful eyes.
Okay, enough with the compounds.
I was eight when I first experienced people's gratuitous dislike towards me. I've always lacked any basic level of social skills and somehow that never stopped me from trying. 22 years later and here I am, longing to embrace the devilish monster I've been often called. I've heard that, if I do, I will have the same lonely late life as my father. Although loneliness is never good, I cannot say it waited for my late years.
That's not what prevents me from embracing the social horns. It's actually my innocent, hopeful teenager view of the world that keeps wishing this wrecked society will one day stop mixing authenticity for rudeness. It's actually the fact that, every time I see my world, that monster isn't there, no matter how many times people say otherwise.
See how fucked up I am for assuming things?
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Don't you pretend that you don't need a little more from me.
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
terça-feira, 20 de novembro de 2018
Here we go again... I guess
At this point you probably have already figured
out life is a bitch. Funny thing is, no matter how far in your journey you are,
you already know it.
People tend to believe their problems are
always the worst in the world. I don’t blame them. A problem I don’t have to
fix really sounds quite simple to me.
Quite often during my journey I was led to
believe I am not entitled. And I was led by none other than myself. A few years
ago, I learned that entitled can be another word for spoiled. I don’t commonly
disagree with English, but when I do, boy, it does consume some energy.
I have recently fully appreciated the fact that
I’m just a poor part of the system. I go through the everyday struggle just
like the one next door. I have had my share of shitty jobs just as well as my
share of bosses promising their companies were different.
How old were you when you stopped believing
that bullshit?
Even though I’m poor, I’m fully aware money isn’t
the answer to everything. Trust me, I deeply need it. But I’m glad to say that,
as I get 3 months close to 31, there are still parts of me that no money can
buy. There have always been and I hope there always will.
Versions of me that I can see down the path that,
poor as I am or might even become, no daily million can make me accept.
I try my hardest to keep my promise to my self-evolution
and yet I see so much of me that has been compromised in favour of other people’s
riches that I cling ever more dearly to the core of what makes me who I am.
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Cleopatra had her way, Mata Hari too. Whether
they were good or bay is strictly up to you.
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Eu o amava. Ele nem liga mais pra mim.
Se tem uma coisa que eu sempre admirei muito na minha personalidade é a habilidade de reconhecer que algo está me fazendo mal e que está na hora de tirar da minha vida. Claro, nem tudo é fácil de tirar e às vezes falta muita força para arrancar este carrapato da alma.
Há uns cinco anos eu escrevi sobre a relação de maior sofrimento da minha vida, a que eu tenho com os meus aniversários. Eu fiz um relato compreensivo de como quanto mais eu esperava de um aniversário, mais ele me decepcionava. E terminei expressando minhas esperanças para celebrar 26 anos. Obviamente eu não aprendo nem a curto prazo.
Vamos seguir a linha do tempo que eu comecei em 2006 e vamos ver no que deu.
26 de fevereiro de...
2014: Era o começo do que eu vou chamar de annus horribilis. Desemprego, fome, término, comportamento suicida, tudo. E no começo dele meu aniversário gasto em sua maioria no que é o pior emprego que eu tive até agora. Estou falando de pessoas me desejando parabéns dizendo que eu estava mais perto da morte. Gente ridícula. Foi também meu primeiro aniversário com o Rapha. Ele fez de tudo para que eu tivesse o melhor aniversário da minha vida. Na visão dele. Casa cheia, muita conversa. Naquele dia eu lembrei o aniversário de 1994 quando minha mãe me ensinou a apreciar o esforço das pessoas e ser grato. Senti saudades do tatu.
2015: Isto também vai passar. Foi pouco antes de fazer 27 que passei a adotar este pensamento quase como religião e o cultivo até hoje. Pouco antes do meu aniversário minha vida parecia que ia finalmente começar a se acertar e, quem diria, eu estava tendo um fim dos 20 bem melhores do que o começo. O dia em si foi em casa, sem convidados e com presentes especiais (que eu mesmo escolhi, impossível errar). Foi a prova derradeira que eu de fato precisava parar de me importar com os meus aniversários e que eles só seriam sobrevivíveis se eu não pensasse neles.
2016: Chuva e calor. Primeiro dia de aula. Eu não sabia, mas Rapha estava preparando alguma coisa legal pra domingo. Era surpresa. A surpresa envolvia fingir que ele não tinha feito nada de fato para o dia. Tadinho, fiquei uma arara com ele. Ele ali aprendeu que eu não tinha amigos o suficiente para uma festa e que um aniversário feliz, então, era cheio de presentes. No fim das contas foi um aniversário muito bom. E uma das minhas turmas favoritas fez festa surpresa pra mim na aula. Foi muito legal.
2017: Poucos e bons amigos e um dia bem leve. Na verdade, os 2 últimos aniversários foram os melhores dos meus 20 anos. Rapha e eu já tínhamos nosso trato de que cada um cuida do aniversário do outro, então eu realmente pude pôr em prática deixar meu aniversário de lado e aproveitar ele. Sem contar que ganhei uns presentes bons pra caralho.
2018: Eu sei que a data ainda não chegou, mas eu optei por deixar ela passar em branco. A princípio eu queria uma festa em salão, eu nunca tive e sempre sonhei em ter. E 30 sempre me pareceu a última idade em que eu ia me importar com isso, pois eu já não me importo muito, então tenho quase certeza que aos 40 eu de fato não vou ligar. Eu tinha elaborado uma festa legal. Poucas pessoas, acho que não chegava a 40. Sei que eram 30 convites. Seria apenas uma mesa gigante em formato de pentágono, com cada lado decorado com algo que eu gosto (Harry Potter, Vinil, Doctor Who, Celine Dion, Design Gráfico) e uma pista de dança. Então eu percebi que a vida está indo em caminhos contrários e que não faz sentido desprender do valor de um salão para não comportar nem 40 pessoas. Sem contar todo o resto, então dentro de mim eu vi essa comemoração afundando e não deixando nada no lugar. Por isso optei pelo extremo oposto. Será de novo na primeira semana de aulas, sem contar que eu tenho provas de Fundamentos Filosóficos da Educação e Filosofia da Educação no dia. Então os planos para a data serão fazer provas de manhã, dar aulas à tarde e voltar para casa no fim do dia, como qualquer segunda-feira. Resolvi deixar a alegria da comemoração para os anos em que eu me importava com ela, então que fique apenas na lembrança. Para tal eu optei por renegar tudo: festa, cumprimentos, presentes, mensagens e qualquer outra coisa. Espero navegar bem pelo dia e espero não ter que dizer "please, no" para ninguém.
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"Baby, I hate days like this"
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